O projeto “Verão na Bahia. Um estado de alegria” movimenta o domingo (18) no Pelourinho com atrações para toda a família. A proposta foi desenvolvida pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA), reafirmando o compromisso com a dinamização do Centro Histórico, por meio da arte e das diversas expressões culturais. A agenda começa com uma programação infantil, que contempla o trabalho de recreação do Tio Paulinho (14h30) e o espetáculo infantil do Pelô em Cena, "Menino Rei" (16h30), seguindo com diversas atrações musicais.
Brincadeira, ludicidade e criatividade, o Pelô tem diversão garantida para as crianças e seus familiares. Tio Paulinho comanda a alegria no Largo Pedro Archanjo, a partir das 14h30, com jogos, gincanas e brindes - em um clima de confraternização.
No Largo Tereza Batista, às 15 horas, a Banda Didá reafirma a força e o protagonismo das mulheres na percussão. Reconhecida nacional e internacionalmente, a banda apresenta ao público um espetáculo marcado pela potência rítmica, com a participação de convidados especiais.
O grupo Afrosambah promove um diálogo entre o samba e outros ritmos de origem africana, às 16h, no Largo Quincas Berro D’Água. Além disso, no Largo Pedro Archanjo, às 19 horas, tradição e modernidade são aliadas na apresentação de O Gringo, representante de uma nova geração da música nordestina.
AVISA LÁ - O Olodum vai ecoar nos quatro cantos do Centro Histórico, reunindo uma multidão de fãs, baianos e visitantes, que celebram a potência do ritmo desenvolvido na Bahia: o samba-reggae. Fundado no Pelô pelo Mestre Neguinho do Samba, o bloco afro expandiu seu legado. A banda percussiva se apresenta gratuitamente no Largo Pelourinho, às 15 horas, com um repertório que reúne sucessos que atravessam gerações, como “Nossa Gente”, “Rosa”, “Requebra”, “Vem meu amor”, dentre outros. Um verdadeiro ensaio para o carnaval!
PELÔ EM CENA – O espetáculo infantil “Menino Rei”, direção de Matheus Ambrozi, será apresentado no Largo Pedro Archanjo, às 16h30. Repleto de danças e narrativas afrorreferenciadas, leva à cena uma jornada de pertencimento e autoafirmação, apresentando de forma poética sonhos, símbolos e elementos da mitologia afro-brasileirado relacionados ao orixá Omolu. A peça aborda temas como maternidade, adoção e identidade, oferecendo uma perspectiva inspiradora para todas as idades.
Fonte : SECULT BA (18/01/2026) - janeiro 2026