BaianaSystem


Definir a BaianaSystem é música em Movimento, recheado de acordes com a Guitarra Elétrica. Russo Passapusso viaja por todo o mundo e apresenta para diferentes povos a sua mistura da guitarra baiana com os soundsystems (paredões de som), que resultou em muitas experiências.

Vide trajetória histórica completa no final, confira aqui.

Trajetória Histórica



2026 - FEVEREIRO
21.02 - NAVIO PIRATA, São Paulo SP



CARNAVAL - 2026
- - Ginga Olodum, música com parceria da BaianaSystem
07.02 - SAB - FURDUNÇO - Salvador BA
12.02 - QUI - Encontro: BaianaSystem com Lazzo Matumbi
12.02 - QUI - CAMAROTE SALVADOR, Barra, Salvador BA
13.02 - SEX - NAVIO PIRATA, Barra, Salvador BA
14.02 - SAB - NAVIO PIRATA, Campo, Salvador BA
16.02 - SEG - CARNAVAL, São Luís MA
17.02 - TER - NAVIO PIRATA, Campo Grande, Salvador BA


2026 - JANEIRO
- Pré- Carnaval de Fortaleza CE
- Universo Spanta 2026 no Rio de Janeiro
08.01 - Festival 7 de Janeiro, Ilha de Itaparica BA
10.01 - Baile Macuca, Recife PE
16.01 - Universo Spanta, Rio de Janeiro RJ
24.01 - Baile Pirataria Memorial da América Latina
- São Paulo SP
31.01 - Ciclo Carnavalesco - Fortaleza CE


2025 - OUTUBRO
- Festival Turá RS: Baiana System


2025 - MAIO
- Nômade Festival com Daniela Mercury



CARNAVAL - 2025
27.02 - QUI - PIPOCA, Circuito Osmar (Campo Grande), Salvador BA
01.03 - SAB - PIPOCA, Circuito Osmar (Campo Grande), Salvador BA


2025 - FEVEREIRO
- Verão Sergipe reúne grandes atraç˜es


2025 - JANEIRO
- Lavagem de Santo Amaro, sagrado e profano


2024 - DEZEMBRO
- Festival da Virada 2025 em Salvador


2024 - SETEMBRO
- Na Praia Festival: China, Brasília DF


CARNAVAL - 2024
08.2- QUI - Encontro de Trios, abertura carnaval


2024 - JANEIRO
Festival de Verão Salvador 2024
- Universo Spanta 2024 agita Salvador


2023 - DEZEMBRO
- Festival da Virada 2024 em Salvador BA


2023 - JULHO
Sambaqui: Show de BaianaSystem com Lazzo Matumbi
- Programação para o domingo do 2 de Julho


2023 - JANEIRO
- Festival de Verão Salvador reúne grandes artistas


2017 - DEZEMBRO
- Festival gratuito de música Combina MPB na Bahia
- Baiana System convida BNegão e Emicida


2017 - JULHO
- 28º edição, Prêmio Música Brasileira 2017
- BaianaSystem ganhou 2 troféus em 3 categorias


CARNAVAL - 2017
19.2- PRÉVIA - Furdunço, prévia Salvador BA
25.2- SAB - BaianaSystem encerra o segundo dia do Pelô
26.2- DOM - - Pôr-do-Sol na Castro Alves, Salvador BA
28.2- TER - PALCO SKOL, Barra, Salvador BA


2017 - FEVEREIRO
- Baiana System e Edson Gomes, juntos em Feira de Santana


2017 - JANEIRO
- Beach Sound Praia do Forte 2017
- Maiores guitarristas brasileiros fazem show inédito em Salvador
- Margareth Menezes convida Russo Passapusso (BaianaSystem)


2016 - DEZEMBRO
- Sinta Salvador, o maior Reveillón do Brasil
- Casa da Música recebe diversidade musical no Sarau de Itapuã
- Bate-papo Musicado com Margareth Menezes e Baiana System

    Trajetória Histórica




2016 - BAIANASYSTEM É O QUE?
Mas, e você?Depois de todo esse texto, acredito que uma pergunta deve estar rondando a sua mente: O que seria o BaianaSystem? Um grupo? Uma banda? Um soundsystem? Um coletivo? Tudo ao mesmo tempo agora? Bem...mais do que a certeza dessa definição, uma coisa eu posso afirmar:
O BS é um autêntico fenômeno cultural que se expande a cada apresentação, a cada carnaval, do zero aos 20 mil, em crescimento (e movimento) exponencial.
Salvador, Nova York, São Paulo, Tokyo, Rio de Janeiro, Xangai... Aonde isso vai parar? Aonde tudo isso vai dar? Isso, só o tempo dirá. Esperemos as cenas dos próximos capítulos desta saga extremamente singular, dentro da música moderna (baiana, brasileira e mundial).
Asé,
"BNegron"


2016 - BaianaSystem: Música em Movimento - release oficial
De dentro das frestas da selva de concreto e aço, brotam novas raízes, de uma espécie soteropolitana ainda não estudada. Duas cidades (em uma).Quatro cabeças pensantes a serviço da arte dançante. Arte sonora, visual e reflexiva. Arte mutante, com disposição de arriscar, pra ver aonde vai dar.
O peso da bass culture com a mandinga e o tempero baiano; Imagens enigmáticas e instigantes; A palavra das ruas para as ruas; A guitarra baiana recolocada na linha de frente, de uma forma completamente diferente. Bem... você pode gostar ou não, mas uma coisa é certa: não existe nada parecido com o BaianaSystem. E essa certeza fica muito mais latente a partir da audição do segundo disco desses sujeitos, Duas Cidades:
Da música jamaicana vem a sabedoria das divisões e dos graves de SekoBass (também responsável pela maioria das programações das batidas originais, ou seja: o “homem-cozinha” do grupo);
Das antigas festas de largo, da tradição fotográfica e da arquitetura moderna, vêm os frames, máscaras e traços de Filipe Cartaxo;
Da mistura sem precedentes entre o toaster jamaicano e o samba do recôncavo baiano, vem o estilo inovador de Russo Passapusso;
Das tradições da guitarra baiana (inventada pelos mestres Dodô & Osmar) em conjunto com uma forte influência africana, vem Roberto Barreto (o idealizador do BS), com suas linhas e riffs que dão a identidade final e definitiva ao Baiana.
Quatro cabeças pensantes a serviço da arte dançante.
Do alto do seu Navio Pirata, estes destemidos tripulantes, ao mesmo tempo em que traduzem os sons das ruas e vielas em seu próprio estilo, propõem uma nova ordem: libertária, capaz de provocar uma catarse coletiva por onde quer que passem.
Ijexá, Afoxé, Dancehall, Pagodão, Sambareggae, Cumbia, Chula, Dub, Cabula, Kuduro, Samba Duro, Cantiga de Roda, Eletrônica...
África, Brasil, Caribe. A riqueza de ritmos e referências que brotam, não como “pesquisa”, e sim como vivência.
Sentimento e movimento.


2016 - BAIANASYSTEM É O QUE?
Mas, e você?Depois de todo esse texto, acredito que uma pergunta deve estar rondando a sua mente: O que seria o BaianaSystem? Um grupo? Uma banda? Um soundsystem? Um coletivo? Tudo ao mesmo tempo agora? Bem...mais do que a certeza dessa definição, uma coisa eu posso afirmar:
O BS é um autêntico fenômeno cultural que se expande a cada apresentação, a cada carnaval, do zero aos 20 mil, em crescimento (e movimento) exponencial.
Salvador, Nova York, São Paulo, Tokyo, Rio de Janeiro, Xangai... Aonde isso vai parar? Aonde tudo isso vai dar? Isso, só o tempo dirá. Esperemos as cenas dos próximos capítulos desta saga extremamente singular, dentro da música moderna (baiana, brasileira e mundial).
Asé,
"BNegron"


2016 - DISCO
O disco abre alas com “Jah Jah Revolta parte 2”, faixa que explicita uma das características mais marcantes do BS: o uso de suas músicas quase como riddins “made in Jamaica”, ou seja: dentro de uma mesma base, ou das mesmas melodias, a música segue em um processo de recriação contínua.
Música em movimento. Uma após outra, as faixas de Duas Cidades se apresentam como hits em potencial, sendo que muitas delas já estão estabelecidas neste patamar, como as balançantes “Playsom” (aquela que entrou no game da FIFA em 2015), “Lucro (Descomprimindo)”, e “Barravenida parte 2” (que deve ser a primeira música deste disco a ganhar um videoclipe).
Especulação imobiliária, sobrevivência na concrete jungle, divisões sociais, diversões, comportamentos, forças da natureza, crenças, lutas, fé ...está tudo aqui, presente, nas rimas ágeis e inesperadas de Russo Passapusso.
Duas Cidades é isso: O som das festas populares de um futuro próximo. O trio elétrico como um soundsystem ambulante. O carnaval como uma experiência social. A cidade (partida) como ponto de ação e observação do ser humano. Cada cabeça é um mundo. E o amor é, com certeza, a energia que está na essência desta experiência. Com dendê e com afeto. E, dentro desse aspecto, as participações especiais vem, todas, para reforçar essa ideia: Abrindo o disco, de forma épica em “Jah Jah Revolta Parte 2”, Marcelo Galter (teclados) e Rowney Scott (saxofone); No coro de várias faixas (e na brincadeira/risadaria calorosa antes do início de “Panela“), surge a força das Ganhadeiras de Itapuã;
Na guitarra, seja em duetos com Roberto Barreto ou redefinindo as melodias da faixa-título do disco, Junix, um dos grandes da cena underground soteropolitana;
De Pernambuco, trazendo a sua rabeca para um dueto original e extremamente instigante com a guitarra baiana (em “Cigano”), temos Siba;
No naipe de metais fumegante: João Teoria no trompete, Mathias Herman Traut, no trombone e Marcelus Leone no saxofone.
No viola machete, representando a região do Recôncavo, Cássio Nobre somando de forma belíssima em “Dia da Caça”.
O trabalho de percussão deste álbum é um capítulo a parte, e traz o peso que se espera nesta área, em um disco de música feito na Bahia:
Ícaro Sá (diretamente da Orquestra Rumpilezz), Japa System (egresso da Timbalada) e Márcio Vitor (vocalista e fundador do Psirico) tem participação fundamental no resultado final do disco. Batuques, toques e batidas certeiras (ora sutis, ora pesadíssimas), com o poder e a energia de todos os santos desta cidade. Bom pra mim, bom pra você.
Dentre outras características próprias, o BS tem a de trazer produtores para jogarem junto e influir diretamente no trabalho sonoro do grupo.
Já foi assim com Chico Corrêa (no disco anterior), é assim com Mahal Pita e João Meirelles nas apresentações ao vivo, e em Duas Cidades, essa função ficou a cargo de Daniel Ganjaman.
Ganja, paulista reconhecido pelo apuro técnico e bom gosto nas timbragens e mixagens dos trabalhos que já comandou (Sabotage, Criolo e Instituto, entre outros), ficou responsável também pelos teclados, programações e alguns dos arranjos deste álbum. O resultado é um som que bate perfeitamente, com tudo no seu devido lugar.


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