malêdebalê


Shido, vocalista da banda Malê Debalê. O bloco é considerado como maior balé afro do mundo. Realiza apresentações com 2.000 dançarinos atuando conjuntamente. O nome do bloco é uma homenagem à Revolta dos Malês, levante de negros mulçumanos que ocorreu em 1835, em Salvador. O termo "malê" deriva do iorubá "imale", designando o muçulmano. O Malê foi o primeiro bloco a ser campeão, no Carnaval de 1980, na categoria de bloco afro de Salvador. Os fundadores do Malê participavam do bloco afro Melo do Banzu, no Engenho Velho da Federação, e quando se mudaram para Itapuã resolveram fundar o bloco, que se tornou também uma associação de moradores da comunidade, dedicada a valorizar a cultura negra e promover o desenvolvimento do bairro. VIDE TRAJETORIA COMPLETA NO CARNAVAL

BLOCO - Sociedade Cultural Recreativa e Carnavalesca Malê de Balê
SEDE DO BLOCO : bairro de Abaeté, Salvador BA
ANO DE FUNDAÇAO - 23/03/1979 foi fundado por um grupo de moradores do bairro de Itapuã, Salvador BA
CATEGORIA - Bloco Afro
PRESIDENTE - Cláudio Souza de Araújo (2011)



2017 - JANEIRO
- 39º Concurso Negra e Negro Malê Debalê


2017 - DEZEMBRO
- Blocos afro e projetos de verão agitam a temporada no Pelô
- Festival Virada Salvador, maior reveillon do mundo
- Tradição e suingue abrem primeira noite do Festival


CARNAVAL - 2017
18.2- PRÉVIA - Fuzuê, Salvador BA
25.2- SAB - Malê Debalê leva o sertanejo para a Avenida


CARNAVAL de SALVADOR - 2016
08.2- SEG- Batatinha, Dodô e Osmar recebem entidades afro, de afoxés e samba
- “Okê Malê! Sou Sertanejo!, Tema do Bloco Malê Debalê


2016 - SETEMBRO
- Malê Debalê define tema do bloco


2016 - JANEIRO
- Verão do Pelô da Bahia movimenta a Bahia
- SecultBA divulgou resultado do Carnaval Ouro Negro 2016
- Ensaios, shows e Marchinhas no Pelô


2014 - NOVEMBRO
- Dia da Consciência Negra tem progr especial dos Blocos
- III Encontro das Culturas Negras agita o Pelourinho
- Programação Cultural do Pelô de 12 a 18 de novembro 2014
- Samba e muitos shows no Pelourinho


2014 - MAIO
- Cursos da Moda de Ilê Aiyê, Malê Debalê e Muzenza


2014 - CARNAVAL
01.3- SAB- Avenida é ponto de encontro dos tambores afro
27.2- QUI- - +100 entidades de matrizes africanas no Carnaval da Cultura


2013 - AGOSTO
- Malê Debalê celebra com Ilê, Cortejo Afro e Olodum
- Malê Debalê celebra 35 anos - Quebrando Paradigmas
- Male Debalê e Ninha se reunem para organizar evento em Itapuã
- Male Debalê falam sobre show nos EUA e dia-a-dia em Itapuã


2013 - JUNHO
- Kindembu, Pérolas enfatizam trajetória música afro


CARNAVAL 2013
AGO- Salvador poderá ganhar novo circuito no Carnaval 2013


2012 - AGOSTO
- Salvador poderá ganhar novo circuito no Carnaval 2013


2012 - CARNAVAL
FEV- Carnaval Pipoca e Largos do Pelourinhos


2012 - JANEIRO
- Malê Debalê faz ensaios no Abaeté


2011 - OUTUBRO
- Ouro Negro realiza seminário sobre Carnaval 2012
- Blocos participam Seminário Carnaval
- CCPI encerra a Semana da Criança


2011 - SETEMBRO
- Desfile: Didá, Ilê Aiyê, Muzenza e Malê Debalê


2011 - FEVEREIRO
- Margareth fechou ensaios com Malê Debalê


2010 - SETEMBRO
- Ensaios bloco afro Malê Debalê em Salvador


2010 - AGOSTO
- Ensaios bloco afro Malê Debalê em Salvador


2010 - JULHO
- Ensaios bloco afro Malê Debalê em Salvador


2010 - JUNHO
- Ensaios bloco afro Malê Debalê em Salvador


2010 - MAIO
- Bloco afro Malê Debalê inicia ensaios na Bahia


2010 - MARÇO
- Indicados ao Troféu Castro Alves
- Indicados à 19ª Troféu Dodô & Osmar


2010 - CARNAVAL
SEG- Margareth desfila com Ilê, Muzenza, Cortejo Afro e Malê Debalê
SEG- Bloco Afropopbrasileiro homenageia Blocos Afros da Bahia


2007 - MARÇO
- Palestra na Casa da Música
- Participação Bloco afro no Carnaval


2007 - JANEIRO
- Movimento AfropopBrasileiro em Salvador


2006 - DEZEMBRO
- II Movimento Afrobrasileiro reune blocos


2006 - NOVEMBRO
- Movimento Afropobrasileiro agita Salvador
- Encontro Afropop em Salvador


2005 - FEVEREIRO
- Malê Debalê anima aLavagem Itapuã



2004 - NOVEMBRO
- Malê inaugura nova sede em Salvador


TRAJETÓRIA HISTÓRICA
Os fundadores do Malê participavam do bloco afro Melo do Banzu, no Engenho Velho da Federação, e quando se mudaram para Itapuã resolveram fundar o bloco, que se tornou também uma associação de moradores da comunidade, dedicada a valorizar a cultura negra e promover o desenvolvimento do bairro. (Fonte : Projeto Carnaval Ouro Negro)
O Malê Debalê foi fundado em 23 de março de 1979 por um grupo de moradores de Itapuã que desejavam ver o seu bairro representado no carnaval de Salvador. O bloco tem na dança e na música um elo forte com a tradição cultural herdada da cultura afro, mesclada com o viver popular e o mental coletivo contemporâneo de sua comunidade praieira.
O nome é uma homenagem aos Malês, negros muçulmanos, que lutaram contra o processo de escravidão, representando, na Bahia, uma resistência ativa. Assim, o bloco, como afrodescendente, tem na história dos Malês, um mito de referência. A entidade considera uma missão não apenas contá-la, mas, principalmente, tornar-se um exemplo dessa história, seguindo e interferindo na cultura baiana com a mesma postura de resistência à dominação de seus ancestrais. O nome Malê é uma referência aos negros muçulmanos, que lutaram contra o processo de escravidão, representando, na Bahia, uma resistência ativa.

Na Itapuã praieira de 1979, surge o Bloco Afro Malê Debalê, das mãos e dos passos de dança dos moradores que desejavam ver o seu bairro representado no carnaval de Salvador. O nome é uma homenagem aos malês, povo de origem africana e religião muçulmana, que marcou a história do Brasil na luta pela libertação dos negros.
O Malê tem na dança e na música um elo forte com a tradição cultural herdada da cultura afro, mesclada com o viver popular e o mental coletivo contemporâneo de sua comunidade praieira. Considerado o maior balé afro de rua do mundo, levou para as ruas no Carnaval de 2015 o tema Kirimurê – o Malê reconta o Recôncavo, a história do recôncavo baiano, berço do encontro entre índios, africanos e europeus na formação da nação brasileira.
Nas oficinas Mundo Afro, durante seis meses, a sede da entidade, ao lado da Lagoa do Abaeté, abrigou um público disposto a aprender e empreender.

TEMAS DO CARNAVAL
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O Malê Debalê é um bloco afro, fundado em 23 de março de 1979 por um grupo de moradores de Itapuã que desejavam ver o seu bairro representado no carnaval de Salvador. O Malê tem na dança e na música um elo forte com a tradição cultural herdada da cultura afro, mesclada com o viver popular e o mental coletivo contemporâneo de sua comunidade praieira. Soma, em média, 4.000 integrantes. A bateria, totalmente acústica, é composta de 150 percussionistas e quatro maestros. Atualmente contamos com 19 alas de dança, num total de 1.500 dançarinos, o que nos autorizou receber, do Jornal New York Times, o título de “O maior Ballet afro do mundo”. Nossa fantasia é assinada pelo renomado artista plástico e arte-educador Ives Quaglia.
Seu espetáculo é reconhecido, tanto pelos órgãos oficiais do estado quanto pela mídia local e nacional, como uma das mais autênticas tradições da cultura negra baiana, o que traduz essencialmente a simbologia da afrodescendência e o imaginário da comunidade de Itapuã. Tais expressões já alcançaram horizontes mais amplos, e por essa razão, em 2000, o Bloco Malê representou o Brasil no Festival Internacional do Caribe, no México ... Na história do pan-africanismo contemporâneo, inúmeras expressões de insurgência negra se difundiram por todo continente americano, e em especial na Bahia, e em Salvador. O atual bairro de Itapuã, por exemplo, berço do Grupo Cultural Malê, foi palco de inúmeros levantes negros, desde o temido Quilombo do Buraco do Tatu (1744 – 1764), até as revoltas de 1807 a 1814 promovidas por negros pescadores escravizados. Contudo, sem sombra de dúvidas, a mais célebre revolta escrava nas ruas de Salvador, aconteceu em 25 de janeiro de 1835, episódio que ficou conhecido como a Revolta dos Malês, que violentamente reprimida, consagrou à história da luta negra baiana nomes como: Ojô, Luiza Mahin, Capitão Sule, Pacífico Licutã, Dandará, entre outros.
Portanto, o nome do bloco é uma intencional homenagem aos Malês, negros muçulmanos, que lutaram contra o processo de escravidão, representando na Bahia, uma resistência ativa. Assim, o Malê, como afro descendente, tem na história dos Malês, um mito de referência. Considera uma missão, não apenas contá-la, mas, principalmente, se tornar um exemplo dessa história, seguindo e interferindo na cultura baiana com a mesma postura de resistência à dominação de seus ancestrais.
Somos conscientes de que nossa participação no Carnaval não se restringe a um simples desfile. Ao irmos para as ruas, nas folias de Momo, estamos fazendo presente na cidade a força de uma cultura da qual somos herdeiros e nos cabe historicamente defender.
Buscamos assim, através da alegria, apresentar nossos valores rítmicos, danças, crenças e expressões de um ser baiano que, nos 365 dias do ano, trabalha, passa por dificuldades convive, ama se orgulha de pertencer a uma cultura rica no saber construído na vivência em comunidade, onde o coletivo representa a essência das individualidades.

2016
Considerado o maior balé afro do mundo, pela revista New York Times, o bloco afro entrou na avenida com o tema Sou Sertanejo Negro Forte, para referendar a influência da cultura negra no semiárido brasileiro. Com 38 anos de existência, o bloco de Itapuã faz parte do Carnaval Ouro Negro (SECULT BA).

2018
Figurino, dança e simpatia serão os critérios avaliados para escolher os representantes do bloco com o maior balé afro do mundo no Concurso Negra e Negro Malê Debalê que irá representar a raça negra no Carnaval de Salvador 2018, na Bahia (Brasil) (SECULT BA).

AÇÕES SOCIAIS
O bloco mantém uma escola que atende a cerca de 300 alunos, do pré-escolar até a segunda série, oferecendo também aulas de dança, teatro e música.

CURIOSIDADES
O bloco é considerado como maior balé afro do mundo. Realiza apresentações com 2.000 dançarinos atuando conjuntamente. O nome do bloco é uma homenagem à Revolta dos Malês, levante de negros mulçumanos que ocorreu em 1835, em Salvador. O termo "malê" deriva do iorubá "imale", designando o muçulmano. O Malê foi o primeiro bloco a ser campeão, no Carnaval de 1980, na categoria de bloco afro de Salvador.


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